EFAPEL enfrentou Arrábida tenebrosa

A Equipa EFAPEL enfrentou o exigente desafio que foi a Clássica da Arrábida. A formação liderada por Américo Silva controlou a corrida para discutir a vitória, mas uma queda no último sector de terra batida fez com que os fugitivos ganhassem tempo considerável e, apesar dos esforços, a equipa apenas conseguiu coloca Rafael Silva na 27ª posição, a dois minutos do vencedor, o russo Dmitrii Strakhov.

Encurtada devido ao mau tempo que se fez sentir em Portugal no domingo, dia 11 de Março, a Clássica da Arrábida foi uma prova exigente, dura para os ciclistas, e que proporcionou um excelente espectáculo de ciclismo. A primeira parte foi disputada a alta velocidade. A primeira hora teve uma média de 49 km/h. A Equipa EFAPEL assumiu o comando do pelotão e controlou a fuga sempre com uma diferença abaixo dos 50 segundos.

Mas os percursos de terra batida foram cruciais, em particular o último. Aí, Rafael Silva esteve envolvido numa queda. A equipa procurou recuperar o terreno perdido mas, nessa fase da corrida, já era difícil e, apesar do tremendo esforço, apenas foi possível minimizar os danos.

“Estas corridas de um dia são mesmo assim. Conseguimos controlar a corrida durante grande parte do tempo e sabíamos que a diferença para a fuga era recuperável. Mas quando houve a queda, tudo se complicou”, explicou o director desportivo, Américo Silva.